Wania Gravina é a idealizadora e produtora dos Florais da Consciência. Abaixo, um breve texto escrito por ela para apresentar seu trabalho:

Fiz minha formação acadêmica em serviço social e estudei astrologia. Conheci Aiuruoca em 1980, através da Sociedade Brasileira de Eubiose, me identifiquei muito com a região e pouco tempo depois comprei um sítio com o meu marido e mais dois casais. A partir de 1990, conheci os Florais de Bach e os Florais Brasileiros e então o nosso grupo de amigos de sítio iniciou a produção de ervas medicinais e florais.
Iniciei nesta época meu trabalho como terapeuta floral e holística, somando ao meu trabalho como astróloga e deixando minha carreira como assistente social.
Após o ano 2000, iniciei o planejamento da minha produção própria de florais e ministrei cursos na área. Lancei meu primeiro kit de essências individuais no I Conflor – Congresso Brasileiro de Florais Nacionais – no Rio de Janeiro.
No decorrer de 2004, abri minha empresa, Dharidhana – Florais de Aiuruoca e desenvolvi os seguintes kits florais: Kit dos Tatwas, Kit dos Raios, Kit do Sistema Solar e Kit de Limpeza Ambiental.
Em 2008, iniciei o curso de Pós-Graduação em Terapias Holísticas, quando editei meu livro e, após a defesa da tese, passei a produzir os Florais da Consciência e a produção dos demais kits foi descontinuada.
Atualmente, além do kit dos Florais da Consciência, produzo mais 4 fórmulas essenciais. Para saber mais sobre todas as fórmulas, acesse a página de soluções individuais.
Em 2017, deixei de atender em consultório e deixei de dar aulas presenciais. Gravei 4 vídeo-aulas (clique aqui para acessar) a atendo as pessoas que precisam de orientação sobre os florais por WhatsApp gratuitamente.
Comercializo através de loja virtual e algumas lojas físicas e farmácias. Existem vários terapeutas florais que utilizam os Florais da Consciência em diversos estados do país.
Sinto-me gratificada por esse trabalho de ajuda às pessoas e aos animais para que possam ter uma vida mais feliz. Agora posso dizer “missão cumprida”.